Archive for the 'Opinião do sindicalizado' Category

06
Abr
11

A opinião da sindicalizada: Governo restringe o direito ao auxílio transporte

Recebemos e publicamos a opinião da filiada e técnica-administrativa Claudiane Silva, do Campus Altamira, sobre a Orientação Normativa nº 03, do MPOG, que restringe o direito ao auxílio transporte.

Gostaria de compartilhar um pouco de minha indignação a respeito da ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE MARÇO DE 2011, que estabelece orientações quanto ao pagamento do auxílio-transporte aos servidores e empregados públicos federais nos deslocamentos residência/trabalho/residência.

Em minha opinião, esta normativa é uma afronta à realidade das condições de transporte público no Brasil, e parece ter sido criada por alguém alheio a essa realidade (talvez não esteja enganada).

A referida normativa sequer cogita a hipótese (poderia ser até nos “casos omissos”) de em algum lugar deste imenso país, no caso os interiores, não existir o serviço de transporte público. O que se define, e muito bem, são orientações que impedem que o benefício do auxílio-transporte seja concedido em diversas situações.

O que a Normativa apresentou foi um respaldo “legal” aos RH’s das instituições públicas federais que agora não precisam mais ignorar os questionamentos feitos pelos servidores que trabalham em locais onde não há o serviço de transporte público e que por isso não recebiam o benefício. Desta forma o que se fez neste momento, por parte destes setores, foi divulgar amplamente a Normativa para que se acabasse de vez com as dúvidas e os questionamentos a respeito do assunto.

Mais uma vez o que se vê é que para o poder público é mais cômodo criar meios para subtrair da população os seus direitos do que provê-la dos meios necessários para acessá-los.

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21
Maio
10

Ampliar o tempo para debater o regimento interno – opinião do sindicalizado

“O princípio democrático é o objetivo da construção do Regimento Geral do IFPA. Tal motivo é acalentado pelos elaboradores da proposta inicial. Considerando que os mesmos escolheram a forma virtual de contribuição da comunidade a qual o regimento em tela se aporta. E não apenas isso. Sabemos que o regimento é uma orientação para o fazer administrativo, político e acadêmico de uma grande comunidade. A comunidade que elaborou o regimento é um ínfimo percentual dessa população. Logo o tempo de contrução desse regimento por essa parcela da comunidade com certeza não foram os 15 dias destinados a discussão virtual. Atentando pelo princípio que sugere condições de oportunidades iguais de participação popular é bem pertinente alargar esse período de contribuição e fazer foruns com discussões acadêmicas específicas para legitimar a construção efetivamente democrática do REGIMENTO GERAL DO IFPA. Acredito que a comunidade envolvida na elaboração da proposta inicial do Regimento será sobremaneira valorizada nessa contribuição qualitativa de professores, técnicos e alunos.
O REGIMENTO GERAL TEM QUE TER A PARTICIPAÇÃO DE TODOS, CASO CONTRÁRIO DEIXA DE SER GERAL E PASSA A SER ÍNFIMO.”

WALCELINO GARCIA DUARTE
walcelino@ig.com.br
2010/05/20 at 20:15

03
Mar
10

Professores defendem lisura no processo eleitoral

Recebemos e publicamos mais um texto na seção Opinião do Sindicalizado. Este espaço foi criado com o intuito de garantir a livre manifestação dos sindicalizados desta Seção do Sinasefe e não necessariamente reflete a opinião da diretoria executiva.

(a) Sinasefe – Seção Sindical Belém/Castanhal

PORQUE ESTA ELEIÇÃO NÃO É IGUAL

Amigos do IFPA os fatos, mais uma vez fazem-nos valer deste expediente, para colocar-lhes nossas preocupações com o futuro da instituição “Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará” às vésperas de uma eleição que, muitos talvez estejam encarando como mais uma das tantas que já passamos e que “portanto deixa rolar”! Não é bem assim, o que antes era um pleito restrito, hoje é abrangente, não se trata mais do CEFET, circunscrito à nossa capital, mas sim do Campus Belém que na verdade é parte do todo, do IFPA, instituição cujo nome merece zelo, por sua tradição no ensino profissional no Estado do Pará. Na condição de Instituto então, garante a sua presença e hegemonia em todo o estado, que assim fazem surgir outros campi por inúmeras cidades do interior parauara.

O fato de o Campus Belém, estar situado na capital, certamente influenciará, até por tradição, o crescimento dos demais campi. Por essa razão é que devemos ser o exemplo em todos os sentidos; probidade administrativa, seriedade pedagógica, profissionalismo, retidão nos procedimentos, etc. daí, a eleição do próximo dia 05/03/2010 não ser igual às do passado! Se ela não é para o igual, então precisa ser “diferente” e aí é que vem a questão; de igual mesmo somente os problemas; a comissão eleitoral com questões de poder e autonomia, velha problemática, que se externa quer por falta de força ou de imposição mesmo, e não exageramos no que dizemos, quando se vê muitas indagações sem respostas, inclusive por estar a referida comissão sob dúvida quanto a sua imparcialidade no processo, uma vez que, sempre que tem oportunidade, um dos candidatos a diretor do Campus Belém diz abertamente, sem cerimônias, que “tem dois professores, seus aliados, fazendo parte da comissão eleitoral”.

Outro fato preocupante, pelo menos que se tem informação, é que o processo eleitoral corre sério risco de ser violado, uma vez que, o decreto presidencial que determina e norteia as regras para a realização de eleições para diretor dos campi dos IFs, define também a participação da comunidade votante, e dentre as quais, aquelas compostas pelos alunos dos pólos (UAB, universidade aberta – ensino a distância) que estejam sob a administração do referido campus, com direito a voto, portanto, na escolha do diretor do campus em que obviamente estejam matriculados. Todavia, a informação que se tem é que esses pólos, no caso do IFPA, nunca estiveram sob a gerência administrativa do campus Belém. Quem na verdade os gerenciam, é a Pro – Reitoria de Ensino e Extensão do IFPA, que ainda segundo informações, é quem na verdade administra as verbas do setor, contrata e paga o pessoal, cuida das matriculas dos alunos, etc. e esta (Pro – Reitoria), é ligada diretamente à Reitoria, independente, portanto, do Campus Belém. Estranhamos ainda o fato de os alunos da UAB não terem sido convocados para votar na escolha dos membros da Comissão do Processo Eleitoral Campus Belém, como os demais alunos lotados neste campus o foram.

Destaque-se também o fato de que uma vez decidido pela comissão eleitoral, quanto à participação desses alunos no pleito, cumprindo o decreto a contento, temos a considerar alguns pontos: Embora sejamos defensores da democracia de direitos, que interesses poderiam ter alunos situados nos estados do Amapá, de Rondônia e de São Paulo, onde são mantidos pólos de ensino a distância do IFPA, haja vista o pouco ou nenhum conhecimento de nossa realidade local, a não ser apenas àquela condizente com esta modalidade de ensino (entenda-se aí a PRO – Reitoria de Ensino e Extensão)? Estariam esses alunos dispostos a vir a Belém, para exercerem o seu direito de voto,o que seria mais razoável acontecer, levando-se em conta o alto custo desta medida? Uma vez decidida a participação desses pólos na escolha do diretor do campus Belém, com a exceção dos alunos de Porto Trombetas, em Oriximiná, (estes sim, regularmente matriculados neste campus, mas que foram alijados do processo), a comissão eleitoral, no afã de dirimir esta dificuldade resolveu fazer uso de urnas itinerantes; terá ela consciência dos custos e riscos que tal medida acarreta à eleição? Todos os candidatos serão beneficiados com esta medida? Tomou informações em outros órgãos com esse tipo de experiência de como garantir a confiabilidade dos trabalhos?

Dúvidas existem também, quanto ao número exato de alunos da UAB com direito a voto, e o que se sabe é que a lista desses alunos, colocada à disposição do público interessado, apresenta falhas que vão desde a exibir mais de duas centenas de nomes de alunos em duplicidade, com mais de um número de matrícula, até alunos sem filiação! Como fazer esse controle então? Observam-se deste modo quantos desafios trazem para a Comissão Eleitoral, sua decisão empregar urnas itinerantes!

No quadro de servidores do Instituto é evidente que se tem pessoal qualificado e em número suficiente para levar a bom termo a tarefa, mas estariam esses servidores dispostos a efetuar esse trabalho, atuando nas mesas receptoras e/ou escrutinadoras, fiscalização? E os gastos com diárias, passagens, etc. foram levantados pela comissão eleitoral? É imperioso que a realização e fiscalização em todos os locais de votação sejam feitas somente por servidores de reputação ilibada e pertencentes ao quadro de funcionários do IFPA, Campus Belém, com exceção daqueles detentores dos chamados cargos de confiança, por questões óbvias!

Ainda, esta comissão eleitoral que tem se preocupado com coisas, a nosso ver fora de sua alçada, como por exemplo, a realização de debate entre os candidatos, cuja responsabilidade deve ficar por conta da própria comunidade através de suas entidades de classe, Sinasefe ou Grêmio Estudantil, no entanto tem esquecido outras, mais importantes diretamente de sua responsabilidade como, por exemplo, a sua vigilância quanto aos gastos de campanha dos candidatos; seria razoável e natural, portanto, esta, exigir uma prestação de contas dos candidatos, com regras bastante definidas, e então publicá-las para a comunidade interessada! Os custos desta eleição não podem ser ignorados, sob o risco de no futuro somente os servidores endinheirados é que poderão se candidatar ao cargo de diretor dos campi do IFPA!

Achamos que as preocupações a cima levantadas são pertinentes uma vez que havemos de convir, as oportunidades para burlar a lisura do processo eleitoral são inúmeras e tentadoras; excelentes oportunidades de “o famoso ato de emprenhar as urnas” entrar em ação; não estamos afirmando que isto vá acontecer, mas convenhamos: Que a ocasião é excepcional para tal, não se pode negar! E será que resistirá a tamanha tentação caso haja algum candidato oportunista e inescrupuloso?

Para evitar estas possibilidades de fraude, é necessário que a comissão Eleitoral esteja disposta a coibir a ação daqueles que por ventura estejam com essa vil intenção, e assim garantir a honradez do processo; é necessário um posicionamento duro, ação corajosa, e que não se curve ante as intimidações que possam vir, criando mecanismos de fiscalização consistentes e confiáveis para evitar a qualquer custo esse risco de abuso de confiança, o que certamente iria macular uma vez mais a nossa Instituição tantas vezes enxovalhada por atos velhacos e irresponsáveis daqueles que só pensam em si, e se tal não acontecer, corre esta comissão, o grande perigo de além de promover a execração e desmoralização de seus membros perante a opinião pública, arrastar também à lama, o benjamim IFPA; e admitamos quão infeliz seria este começo para a entidade Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará, caso isto aconteça!

O IFPA não merece isto!

Professor Paulo Roberto de Oliveira Mattos
Professor Raimundo Nonato de Oliveira

23
Fev
10

Gestão Amiga do Servidor – GAS

19
Fev
10

Professor denuncia perseguição no Campus Belém

Recebemos e publicamos na íntegra documento enviado a esta Seção Sindical pelo Professor ANTÔNIO ROBERTO DE OLIVEIRA, do curso de Metalurgia do IFPA – Campus Belém. No texto em pauta são relatadas, entre outras, ameaças de abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e “ameaças contra a integridade física da minha vida”, conforme palavras do próprio docente.


“Sinasefe Seção Sindical de Belém” sinasefepa@gmail.com

A Coordenação Geral.

Conforme entendimentos mantidos com V.S.ª e, na oportunidade externando nossos sentimentos de profunda gratidão pelo apoio que se inicia quando este, que escreve, Professor Antônio Roberto de Oliveira, Servidor público Federal, Professor do IFPA – Campus Belém, desde 1978, vem solicitar não somente a publicização de nossos temores quanto às perseguições políticas e administrativas advindas dos atuais gestores deste honrada e digna centenária Instituição de Ensino técnico e, agora tecnológico, como solicitar encaminhamentos junto aos Órgãos competentes de defesa de nossos direitos constitucionais e civil.

O que relatamos a seguir se fundamenta em documentos que podem a qualquer momento serem comprovados, no entanto, algumas observações serão frutos de nossos temores e apreensões quanto ao futuro incerto que se descortina na Instituição e, precisamente, sob o jugo das possíveis ameaças de Sindicâncias com aberturas de Processos Administrativos Disciplinares.

Nossas preocupações e motivações em solicitar apoio jurídico do SINASEFE, da qual tenho a honra de ser sindicalizado caminha nos esclarecimentos abaixo:

1- No dia 18 de dezembro de 2009, conforme protocolo registrado no IFPA – Campus Belém, às 09h08min horas, o Professor Antonio Roberto de Oliveira fez encaminhar ao então, na época, Pró – Reitor de Extensão, Professor Msc. Darlindo Maria Pereira Veloso Filho, uma solicitação de esclarecimentos sobre os fatos relativos ao não pagamento de bolsas referentes às atividades de Coordenador de Tutoria do Curso de Educação a Distância – UAB, em Tecnologia em Gestão de Saúde, onde era responsável pelo controle didático e técnico das Ações dos Tutores à Distância do referido Curso, devendo produzir análise e Relatórios à Coordenação do Curso, na pessoa da Professora Maria de Nazaré Rodrigues Pereira.

2- Durante o período de julho de 2008 até dezembro de 2009, nenhuma ocorrência merecedora de atenções foi feito registros e nossos trabalhos decorreram numa relação técnica plena de êxitos, mesmo diante das inúmeras dificuldades de implantação de uma administração técnica e pedagógica eficiente, considerando as inúmeras dificuldades contextuais, conjunturais e estruturais do sistema no Programa implantado.

3- Em 26 de setembro de 2009, recebemos uma Certificação relativa ao Curso de Orientação para Coordenadores de Tutoria onde várias Ações novas foram implementadas no sistema de Avaliações seguidas de Relatórios.

4- Em dezembro de 2009 fomos surpreendidos com a divulgação de interesses do Professor Darlindo Veloso Filho em ser candidato à Diretor Geral do Campus Belém e surpresos com a notícia, esta que contrariava o que existia até então, de que a Reitoria do IFPA apoiaria o Professor Manoel Antonio Quaresma Rodrigues, Diretor Geral do IFPA – Campus Belém, sendo o mesmo, gestor Pró- Têmpore.

5- Quando em um determinado dia, na sala da qual o Professor utilizava como então Diretor de Extensão e Integração – DIREI, do IFPA – Campus Belém, o Professor Darlindo Veloso, de forma velada e insidiosa, ao perguntar para quem eu estaria apoiando tendo como respostas, o Professor Manoel Quaresma. Nesse momento, em desequilíbrio e gritando, dizia que eu estaria fora da bolsa de Coordenador de Tutoria, pois ele era o Ordenador de Despesas e, quem não o apoiasse estaria fora.

6- Ainda incrédulo insisti que ele não poderia fazer isto, no entanto, ele o fez cortando as bolsas de novembro e dezembro de 2009, embora eu ainda estivesse trabalhando normalmente na Plataforma da UAB. Acreditei que era fato real quando fui informado que ele fez a mesma coisa com o Professor Luiz Sergio Samico, que também se negou a fazer o jogo que ele gostaria de nós fizéssemos.

7- Depois fui informado que ele teve uma discussão com o Pró – Reitor de Pesquisa e Pós – Graduação, Professor Dr. Otávio Fernandes Lima da Rocha, cortando sua bolsa. Em seguida fez ameaças à Professora Ana Cláudia Figliuolo. Enfim, naquele momento, se configurava o que estaríamos passando.

8- Depois fui procurado pelo Professor José Otávio Monteiro de Lima, que na oportunidade dizia que o Senhor Darlindo Veloso dizia que ele tinha cortado a bolsa de Coordenador de Tutoria porque eu não trabalhava e que, embora eu fosse Professor de ética no IFPA, eu ganhava uma bolsa sem trabalhar.

9- Em seguida, a Professora Ana Cláudia Figliuolo, assustada e preocupada comigo, entrava em minha sala dizendo que ao passar no BLOCO I, onde funciona a estrutura da UAB, observou o Professor Darlindo Veloso aos gritos dizendo que eu fui corno e que fui traidor do Diretor Sérgio Cabeça Brás, um dos Diretores do antigo CEFET-PA.

10- Ora, isto era um grave acinte e de extrema gravidade para um Pró- Reitor do IFPA.

11- Mesmo indignado com tudo que acontecia fiz solicitação ao Professor Darlindo Veloso de esclarecimentos, pois ainda estava surpreso com as noticias que chegavam de várias pessoas que assistiram este desequilíbrio e agravo, o que solicitei via documento conforme Processo nº 23051.006895/2009-32, às 10:18 horas, que ele fizesse os devidos esclarecimentos.

12- Solicitei da Professora Helena Rocha, Diretora da Educação a Distância, uma Declaração de idoneidade funcional em 18 de dezembro de 2009. Ainda, fiz solicitação de esclarecimentos à Professora Maria de Nazaré Rodrigues Pereira, sobre a situação de pagamentos e a mesma responde que foi encaminhado no dia 19 de novembro de 2009, planilha de pagamentos a este Coordenador de Tutoria.

13- Em 10 de dezembro de 2009, sob o memorando de nº 102/2009, a Professora Maria de Nazaré Rodrigues Pereira informa a este Professor, que desconhecia qualquer documento de nosso afastamento das atribuições de Coordenador de Tutoria e que autorizava pagamento de bolsa do mês de dezembro de 2009.

14- Naquele momento se caracterizava que realmente o Professor Darlindo exacerbava as suas atribuições de Coordenador da UAB e deliberadamente produzia prejuízos pessoais, financeiros e morais à minha pessoa.

15- Então, a partir desse momento fui atrás de nossos direitos constituídos enquanto Cidadão e Servidor do IFPA – Campus Belém. Fiz solicitação de apoio ao SINASEFE e encaminhei cópia do documento enviado ao Professor Darlindo Veloso.

16- O que ocorreu foi que utilizando os recursos de comunicação interna pela INTRANET fiz denúncias do assunto em curso, inclusive encaminhando pedido de providências de soluções ao Reitor do IFPA, na pessoa do então Professor Msc. Edson Ary Oliveira Fontes, que não deu a necessária e devida atenção, além de solicitar que deixássemos de utilizar desse expediente interno de comunicação, considerando o assunto por encerrado.

17- Fiz encaminhamento ao AUDITOR INTERNO DO IFPA, na pessoa do Senhor Idemar Rodrigues Ferreira, no dia 11 de fevereiro de 2010, por considerar que já haviam passados todos os protocolos de respostas quanto a documentos federais e estou sob aguardo de retorno, PIS até hoje, nada recebi de comunicação.

18- Hoje, precisamente, dia 19 de fevereiro de 2010, após ter recebido um e-mail :
Em 16/02/2010 18:01, Nicolau Maquiavel escreveu:
Plantão da Rádio Corredor informa em pleno Carnaval:
Vem aí um PAD presidido pelo Dr. Dark, com rito sumaríssimo, que poderá demitir, a bem do serviço publico, o Dr. LariLari(Sócio do Rosinha), por clonar o estilo Wolgrand.
Bom Carnaval !!!

19- Às 06: 25 horas, fui abordado por elemento de moto que fez ameaças contra a integridade física da minha vida, no que apresentei ocorrências policiais sobre a violência sofrida, que me fez ir para a UNIMED, abalado e sob extremo nervoso.

20- O que estou pedido e reiterando ao SINASEFE: Que possa me representar e produzir publicização deste assunto junto às esferas competentes, de maneira a ser protegido por perseguições e ameaças de Processo Administrativo Disciplinar – PAD, pois desde o momento que foi feito um contra um Professor no IFPA – Campus Belém, parece que virou moda.

21- Todos os documentos citados estão em nossas mãos à disposição para os devidos fins.

Atenciosamente
Antonio Roberto de Oliveira
SIAPE:0273080

03
Fev
10

É possível mudar! Como?

É possível mudar! Como?

Caro servidor

Mais uma vez estamos às voltas com um processo eleitoral; desta vez para a escolha dos diretores gerais de alguns campus que constituem a rede do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Pará, órgão que já navegou nas águas dos Aprendizes Artífices, Liceu Industrial, passou à Escola Industrial de Belém, Escola Técnica Federal do Pará, depois Centro Federal de Educação Tecnológica, por pouco tempo, e hoje, Instituto Federal.

Nossa casa completou 100 anos e desse centenário, nas últimas décadas, foi vítima dos mais variados descalabros cometidos por gestores que demonstraram mal zelo com a Instituição, administrando-a com desleixo, como se esta fosse de sua propriedade; muitas vezes com nepotismo e o que é pior, com atitudes que demonstram não ter o menor respeito para com os servidores da casa, achando que “todos têm um preço” e o que é mais grave: “que estão à venda” e que, portanto, podem ser“comprados” na hora que lhes aprouver. É como se o servidor fosse massa de manobra, uma mercadoria à mercê dos caprichos de dirigentes inescrupulosos que acham poder tê-los e/ou descartá-los a qualquer momento.

Esses hábitos se refletem de maneira desnudada e chocante principalmente durante um processo eleitoral, onde o dirigente máximo sempre procura dar um jeito de influenciar direta ou indiretamente a comunidade, tirando proveito da “autoridade” que o cargo lhe confere, contribuindo dessa forma para que o órgão continue num verdadeiro caudilho administrativo! Por essa razão, os servidores precisam estar sempre atentos aos gestores ou pretendentes ao cargo, com esse perfil de comportamento, que costumam colocar suas ações para beneficiar a alguns poucos em detrimento da maioria; que procuram fazer crer à comunidade, que as ações tomadas, inerentes ao cargo, é um “favor”, e não uma obrigação! Hábitos abomináveis, pois só refletem o atraso, a falta de respeito para com o ser humano e com a coisa pública, de quem pensa e age dessa forma; e tal prática tem sido comum nas administrações públicas, e fez escola em nossa Instituição, perdurando até hoje.

É hora de a comunidade do IFPA se apropriar da consciência de que a Escola é o palco do exercício da cidadania, pelo fato desta contribuir diretamente ao burilamento da formação dos indivíduos que por ela passam, pois vícios dessa natureza podem macular por demais as futuras gerações, uma vez que o exemplo vale mais que mil palavras; é preciso banir qualquer ato ou idéia imoral , que possa contribuir para o estado de violência que assola o país, sem precedentes, uma vez que a todo corrupto corresponde um corruptor; ou será que corrupção não é violência? E a locupletação, também não é violência?! Portanto essa prática do “é dando que se recebe”, do “vence na vida quem diz sim”, precisa ter um basta, sob risco de jogar à lama os cem anos do Órgão levando-o ao descrédito, à desmoralização, pois talvez a nossa casa não resista a novos escândalos.

A oportunidade que temos de agora escolher o gestor dos campus não deve ser desperdiçada e nessa hora deve-se ter o cuidado para não abrirmos as portas a aventureiros, àqueles que não demonstram nenhum amor à Instituição, cuja importância desta, lhes servirá tão somente em satisfazer egos, a sede de poder ou a uma bela oportunidade da prática de espoliação do dinheiro público, pondo à baila o nome da Instituição, tão enxovalhada de uns tempos para cá! É nessa hora que o histórico do candidato precisa ser avaliado, qual a sua estirpe, sua índole, qual a sua participação na construção do nome deste Instituto, buscando a sua credibilidade perante a sociedade.

Não podemos incorrer nos mesmos erros do passado, sob pena de sermos responsabilizados pelo caos oriundo da ação nefasta de aproveitadores inescrupulosos. Escolher o nosso gestor é muito bom, mas nos traz grandes responsabilidades; pensemos nisso! É hora de cada um se perguntar: em que tenho contribuído para que esta Instituição cresça e seja valorosa, respeitável?

A conquista do voto direto para o cargo de diretor nas Instituições Federais de Ensino, como tudo neste País, é fruto de muita luta e sacrifício por parte de muitos que se dedicaram ao sindicato da categoria; por isso não deixe passar esta chance de escolher um candidato com perfil afora à corrupção…

Eleger corruptos é legitimar a violência!

Raimundo Nonato de Oliveira




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04 - Reunião das Entidades do Serviço Público, em Brasília/DF

05 - Marcha de Abertura da Campanha Salarial 2014 dos SPFs, em Brasília/DF

06 - Seminário sobre Dívida Pública, em Brasília/DF

07 - Plenária do Fórum de Entidades do Serviço Público, em Brasília/DF

13 - Reunião da CNS, em Brasília/DF

21 - Prazo final para realização das assembleias para eleição de delegados do 28º CONSINASEFE e para discussão da greve

22 a 23 - 120ª PLENA do SINASEFE, em Brasília/DF

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